Quando descobrimos o Parkour (geralmente muito jovens e sem grandes responsabilidades), é tudo muito divertido. O Treino acaba se tornando uma válvula de escape das pressões que nós, sofremos.

Mas o tempo passou, ficamos mais velhos e duramos no Parkour. Agora sim acreditamos que sabemos muito sobre o que é o parkour e como vive-lo. Pronto! Agora vou treinar como nunca treinei, vou me dedicar ao máximo! Vou evoluir absurdamente! Mas há tempo para isso?

Agora somos universitários, estagiários, empregados, namorados, casados, festeiros, responsáveis, pais, etc. Responda! Agora há tempo na sua vida para viver o parkour?

Todos nós temos nossa vidinha comum. Tempo distribuído em trabalho, estudo, família, etc. E o Parkour? Encontre entre todas essas coisas um tempinho para treinar. Mas o que é viável? Vou dar exemplos de como agir!

Você chega cansado da faculdade as 22:30. Amanhã levanta as 07:00 horas. Sendo assim você se arruma e corre logo para a cama!

Cara! Ponha em prática tudo o que aprendeu no parkour! Agora quando chegar em casa as 22:30, cansado, vista uma roupa e corra 20 míseros minutos!

Garanto que só nesse ato já estará treinando dois pontos fundamentais do parkour, a resistência física e a força mental! E provavelmente irá dormir melhor!

A FORÇA MENTAL, atributo indispensável e bem trabalhado no Parkour, é algo fundamental não só em momentos de risco e necessidade, mas também quando você usá-la no seu dia-a-dia. É a chave para muitas de nossas questões.

Você se propõe a estudar todos os dias durante 2 horas. Tenha força mental! Coloque na sua cabeça que é forte o suficiente para se concentrar durante 2 míseras horas e delas extrair o máximo de conhecimento positivo! Entenda que esse ato te fará “HOJE MELHOR QUE ONTEM E AMANHÃ MELHOR QUE HOJE”.

Se tem apenas 1 hora diária livre para treinar e se propõe a treinar, realmente encare de frente e tire o máximo de seu treino.

Torne seu treino de baixo potencial quantitativo em um treino de alto potencial qualitativo.

A dica é: Desenvolver a FORÇA MENTAL.

Abraços!

Fillipe Ramos